Receitas dos anos 80 voltam repaginadas aos casamentos

A busca dos noivos por cardápios democráticos e personalizados, que resgatam memórias de família com apresentação contemporânea

O cardápio dos anos 80 está de volta ao menu dos casamentos com um toque repaginado. Estrogonofe, preparações com camarão, mesas de frios mais fartas, sabores com abacaxi e outras receitas referência das festas em família estão reaparecendo nos eventos, segundo observam os parceiros do iCasei, plataforma líder na América Latina em sites de casamento e listas de presentes virtuais.



Às vezes, as solicitações dessas receitas partem dos pais ou dos avós, que sustentam a lembrança de um prato que fazia parte das comemorações de outra época. Em muitos momentos, os próprios noivos fazem questão de incluir algo personalizado, que carregue uma história afetiva para o casal.

Para Tatiana Guimarães, parceira do iCasei e proprietária do Vicenza Buffet (VB Festas e Eventos), que atua no Rio de Janeiro, esse movimento reflete o comportamento atual dos noivos. “Algumas receitas que durante um período foram consideradas ‘antigas’ estão voltando justamente pelo lado afetivo. A diferença é que hoje elas chegam com uma apresentação mais contemporânea e, muitas vezes, com uma execução mais delicada”, comenta.

Para Xarbel Pimenta, também parceiro do iCasei, que atua há 12 anos com cerimoniais e outros 10 com buffet, essas r eceitas são muito solicitadas em cardápios de culturas regionais. “Geralmente, os pedidos são dos noivos, para relembrar a infância ou até mesmo para agradar aos pais”, aponta.

Sofisticação, comida reconhecível e variedade
Mas não é apenas o resgate afetivo que está em alta no momento. Os especialistas apontam que os noivos buscam cardápios sofisticados e, ao mesmo tempo, democráticos.

Eles querem comida bonita, claro, mas principalmente comida gostosa, que os convidados reconheçam e realmente tenham vontade de comer. Pratos com camarão, massas, carnes e acompanhamentos mais elaborados têm uma procura muito grande. Existe também uma preocupação cada vez maior em oferecer variedade e criar uma experiência gastronômica durante toda a festa,diz Tatiana Guimarães


O serviço americano é um formato que segue muito forte nas decisões dos noivos pela praticidade, pois oferece variedade e dá liberdade ao convidado. No entanto, o VB Festas e Eventos nota um crescimento das ilhas gastronômicas e dos finger foods, opção ideal para casais que desejam uma festa mais dinâmica. Como solução, Tatiana costuma sugerir a mescla dos formatos: início com petiscos e entradas circulantes, seguido por um serviço principal e, por fim, uma estação temática ou lanche da madrugada.

“O casamento atual está menos preso a um único formato e isso deixa tudo muito mais pessoal. O cardápio deixa de ser apenas uma seleção de pratos e passa a contar um pouco da história daquela família”, reforça Tatiana.

Onde incluir as receitas afetivas?
Para Tatiana, a aplicação depende da proposta do prato: algumas receitas funcionam perfeitamente no cardápio principal, enquanto outras ganham muito mais força em uma ilha de comfort food ou no lanche final. “Gosto muito dessa ideia porque o convidado prova e, imediatamente, associa aquele sabor a alguma memória. Gastronomia em casamento também é afeto”, revela.

A sugestão de Xarbel é muito similar: “entram como ilhas ou empratadinhos nas entradas”. Segundo o profissional, o segredo do buffet é fazer uma releitura ou seguir à risca o passo a passo da receita, a depender do direcionamento do cliente.

O retorno da afetividade na cozinha
Em tempos de tantas opções culinárias e de um mundo cada vez mais agitado, as pausas e a volta ao passado estão sendo muito valorizadas. Ao resgatar as receitas das famílias dos anos 80, o buffet precisa, acima de tudo, manter sua essência. “É justamente esta fórmula que desperta a memória afetiva. O que fazemos é atualizar a execução e, principalmente, a apresentação”, pontua Tatiana.

A especialista defende uma preparação mais leve, um trabalho minucioso com as texturas, redução de excessos e o toque final na apresentação em louças, porções individuais ou pequenas montagens mais elegantes. “A ideia não é transformar tanto a receita a ponto de ela perder sua identidade. É fazer o convidado reconhecer aquele sabor de antigamente, mas perceber que ele está em um casamento atual”, finaliza.

E o bem-casado?
Este é o clássico que nunca saiu de cena – e nem deverá sair. Ainda é a principal lembrancinha do enlace escolhida pelos casais. O que mudou bastante foi a apresentação: embalagens mais sofisticadas, cores seguindo a identidade visual do casamento, tecidos, laços, caixas e formas diferentes de montar a mesa. É uma tradição que conseguiu se atualizar sem perder o significado.

Excesso de pele após emagrecimento exige cuidados

Cirurgião plástico explica em quais situações a cirurgia reparadora pode ser indicada após grandes perdas de peso e quais cuidados são necessários

A perda expressiva de peso, impulsionada também pelo uso de medicamentos como o Mounjaro, pode trazer um novo desafio: o excesso de pele. Dobras no abdômen, nas mamas, nos braços e nas coxas podem causar assaduras, infecções, dificuldades de higiene e limitações para a prática de atividades físicas.



Um estudo publicado no New England Journal of Medicine mostrou que participantes tratados com a maior dose estudada de tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, apresentaram uma redução média de 20,9% do peso corporal ao longo de 72 semanas. Embora os resultados variem entre os pacientes, o emagrecimento acentuado pode provocar mudanças significativas no contorno corporal.

Segundo o cirurgião plástico Régis Ramos, atingir o peso desejado não significa estar automaticamente preparado para uma cirurgia de retirada de pele. A indicação depende de fatores como a estabilidade do peso, as condições nutricionais e o estado geral de saúde.

A cirurgia plástica reparadora é um procedimento de grande porte que exige alta capacidade de regeneração do organismo,diz Régis Ramos


De acordo com o especialista, geralmente é recomendável manter o peso estável por um período de três a seis meses antes da avaliação cirúrgica. Para pacientes submetidos à cirurgia bariátrica, o intervalo pode chegar a 12 a 18 meses após o procedimento, dependendo da evolução clínica.

Outro aspecto importante é a nutrição. Deficiências de proteínas, ferro, zinco e vitaminas podem comprometer a cicatrização e aumentar o risco de complicações. Por isso, a avaliação nutricional e a correção de possíveis carências fazem parte do planejamento cirúrgico.

Quando o excesso de pele atinge diferentes regiões do corpo, realizar todos os procedimentos de uma só vez nem sempre é a alternativa mais segura.

“Embora exista o desejo natural de resolver tudo em uma única anestesia, a segurança do paciente deve vir sempre em primeiro lugar”, afirma Régis.

A cirurgia também exige expectativas realistas, já que a retirada de grandes volumes de pele deixa cicatrizes cuja extensão depende da região tratada.

A proposta é trocar a sobra de pele desconfortável por uma cicatriz bem posicionada e cuidada. A cirurgia reparadora busca harmonia e conforto, não a perfeição anatômica de quem nunca teve oscilação de peso,diz Régis Ramos


Para o especialista, a cirurgia reparadora não é uma etapa obrigatória após o emagrecimento. Quando indicada, deve ser planejada individualmente, priorizando a segurança, a recuperação adequada e a melhoria da qualidade de vida.

Como escolher a melhor iluminação para a sua casa

Aprenda a escolher a iluminação perfeita para cada cómodo com as dicas de especialista

Muito se engana quem acha que qualquer luz funciona na hora de decorar a casa. Uma boa iluminação além de trazer claridade para os ambientes da sua casa, também pode destacar a decoração e transmitir conforto, o que se torna fundamental durante a pandemia, já que a maioria das pessoas passam a maior parte do tempo dentro de casa. Veja a seguir as dicas da arquiteta Carina Dal Fabbro de como escolher a iluminação para cada cômodo da casa.



Abajur
De origem francesa, abat-jour revelava o intuito de ‘abaixar a luz’ ou ser um ‘quebra-luz’. Por isso, a peça sempre é acompanhada por uma espécie de capa, que atenua o efeito da luz direta emitida pelo artefato. Mas hoje em dia, o abajur é uma das opções mais versáteis e comuns nas casas brasileiras. Além de oferecer um ponto extra de iluminação, o objeto complementa a decoração com aconchego e por isso está sempre presente nas áreas intimas. “Ele é perfeito para apoiar aquela leitura ou o momento gostoso de uma conversa antes de dormir. É o par ideal das mesas de cabeceira”, destaca Carina.

Em livings e salas de estar, o ideal é que o abajur tenha a cúpula aberta na parte de cima e disponha de largura suficiente para que a luz se espalhe no ambiente. Os estilos e materiais são diversos: clássicos, modernos, contemporâneos, industriais e estilizados produzidos em vidro, inox, madeira, ferro e até mesmo plástico.

Experiente, Carina alerta sobre a necessidade de observar o comportamento da lâmpada em relação ao material da cúpula escolhida. “Em alguns casos, a lâmpada pode esquentar e danificar a peça”, explica. Por isso, a profissional recomenda sempre o uso de lâmpadas de LED, que além de serem mais seguras e possuírem vida útil maior, ainda são capazes de trazer economia de energia ao lar.

Luminárias de piso
Quando falamos em iluminação decorativa, outra referência são as luminárias de piso. “Elas são excelentes caminhos para quem quer enriquecer a decoração e ainda nos ofertam um ‘que’ estético, já que fazem as vezes de esculturas de arte. No meu olhar, ficam lindas e modernas em qualquer proposta decorativa”, ensina Carina.

Para quem possui uma base decorativa com elementos neutros, uma boa pedida é combinar luminárias coloridas e com design diferenciado. É super viável também trafegar por escolhas produzidas em cobre, latonado ou madeira. Outra dica da especialista é evitar posicionar a luminária em locais de circulação.

Luminárias Divertidas
Personificar a casa é o desejo de quem investe em luminárias decorativas com formatos e cores diferentes. Para não errar na escolha, Carina explica que, junto com a criatividade, é sempre relevante avaliar se a referência feita pelo novo objeto harmoniza com as demais informações já existentes na decoração. “Luminárias em formato de cogumelo, por exemplo, podem ser um elemento animado e afetivo para quem é do universo geek, mas não fariam o menor sentido quando colocadas em um espaço com estilo mais clássico”, finaliza a arquiteta.

Menopausa e osteoporose, como proteger os ossos

Alimentação adequada, boa ingestão de cálcio e vitamina D e exercício físico regular formam a base da prevenção

A menopausa exige atenção redobrada à saúde dos ossos. Com a queda do estrogênio, a perda de massa óssea se acelera, aumentando o risco de osteoporose e fraturas, muitas vezes sem sinais prévios. Alimentação adequada, exercícios físicos e acompanhamento médico são fundamentais para preservar a resistência dos ossos e reduzir os riscos nessa fase da vida.



Entre 2013 e 2023, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 45,4 mil internações de idosos por fratura de fêmur no Paraná e 25 mil em Santa Catarina. Nos dois estados, cerca de sete em cada dez pacientes eram mulheres, segundo levantamento publicado em 2025 com dados do DATASUS. Embora os números não se restrinjam a casos associados à menopausa, eles ajudam a dimensionar o impacto das fraturas na população idosa.

Os números chamam a atenção para um problema que afeta especialmente a saúde feminina: a osteoporose. Silenciosa, a doença provoca a perda progressiva de massa óssea e aumenta a fragilidade dos ossos. Muitas vezes, a primeira manifestação é justamente uma fratura. Na menopausa, esse processo pode ganhar velocidade e exige atenção redobrada à prevenção.

Segundo a Dra. Ana Glauce, ginecologista do laboratório Exame, marca Dasa no Distrito Federal, a principal ligação entre menopausa e osteoporose está na redução do estrogênio, hormônio que participa da regulação da renovação óssea.

Com a queda hormonal, o organismo passa a reabsorver mais tecido ósseo do que consegue formar, favorecendo a diminuição da massa óssea.
A menopausa não causa a osteoporose sozinha, mas acelera um processo que já está em curso. Os primeiros anos depois da última menstruação são a fase na qual mais se perde massa óssea e é quando a prevenção precisa se intensificar, diz Dra. Ana Glauce

Um estudo internacional publicado em junho de 2025 na revista científica Calcified Tissue International, conduzido na Universidade Deakin, na Austrália, reforça essa preocupação. A pesquisa analisou dados de 287 mulheres que relataram menopausa recente e identificou maior perda óssea na coluna lombar e no antebraço durante os primeiros cinco anos após a última menstruação.

A proporção de mulheres com osteopenia, estágio de redução da massa óssea que pode preceder a osteoporose, e com osteoporose também aumentou conforme o tempo transcorrido desde a menopausa: menos de cinco anos, de cinco a dez anos e mais de dez anos. Entre as participantes que utilizavam terapia hormonal, não foram observadas diferenças entre esses períodos. A indicação do tratamento, porém, deve ser individualizada e discutida com o médico.

Alimentação e vitamina D: o que não pode faltar
A prevenção da osteoporose começa à mesa. O cálcio é um dos principais componentes dos ossos, e a ingestão adequada desse mineral ajuda a preservar a saúde óssea ao longo do envelhecimento.

As recomendações costumam variar de 1.000 a 1.200 miligramas de cálcio por dia para mulheres na pós-menopausa, conforme a faixa etária e as necessidades individuais. Sempre que possível, a quantidade deve ser obtida pela alimentação.

Leite e derivados, sardinha e outros peixes consumidos com as espinhas, vegetais verde-escuros, como couve e brócolis, tofu e oleaginosas são algumas das fontes do mineral. A suplementação pode ser necessária em determinadas situações, mas deve ser orientada por um profissional de saúde, já que o excesso também pode trazer riscos.

A alimentação equilibrada deve incluir ainda proteínas em quantidade adequada, importantes para a manutenção dos músculos e dos ossos. Reduzir o consumo excessivo de sal, moderar a ingestão de bebidas alcoólicas e abandonar o cigarro também fazem parte dos cuidados preventivos.

Outro nutriente fundamental é a vitamina D, que favorece a absorção intestinal do cálcio. De acordo com a Dra. Flávia Pieroni, endocrinologista do São Marcos Saúde e Medicina Diagnóstica, marca Dasa em Minas Gerais, a exposição solar regular e moderada pode contribuir para a produção dessa vitamina. A orientação deve considerar as condições individuais e os cuidados necessários para proteger a pele. Alimentos como peixes gordurosos e ovos também fornecem vitamina D, embora a contribuição alimentar costume ser limitada.

A deficiência é frequente, inclusive em países ensolarados como o Brasil, e só o exame de sangue mostra se os níveis estão adequados. Quando a reposição é necessária, deve ser prescrita Dra. Flávia Pieroni

Musculação e exercícios ajudam a fortalecer os ossos
Além da alimentação, a atividade física regular é uma das principais aliadas da saúde óssea durante e após a menopausa. Exercícios de força, como a musculação, estimulam os músculos e os ossos, ajudando a preservar a massa óssea.

Atividades com sustentação do próprio peso, como caminhada, dança e subida de escadas, também podem contribuir para esse objetivo. Já os exercícios de equilíbrio e coordenação ajudam a reduzir o risco de quedas, uma das principais causas de fraturas em pessoas idosas.

A escolha das atividades deve levar em conta a condição física, o histórico de saúde e o risco de fraturas de cada mulhe r, preferencialmente com orientação profissional.

“Não existe atalho. Cálcio na alimentação, vitamina D em nível adequado e exercício com carga são a base. O medicamento entra quando o risco de fratura justifica, e não substitui esses hábitos”, afirma a Dra. Ana Glauce.

Em mulheres com osteoporose diagnosticada ou risco elevado de fratura, os cuidados podem precisar ser ampliados. Nesses casos, o médico avalia a necessidade de medicamentos específicos, considerando os resultados dos exames e o histórico clínico.

Quais exames ajudam a identificar a osteoporose?
Como a perda de massa óssea costuma evoluir sem sintomas, o acompanhamento médico é importante para identificar precocemente as mulheres que precisam de investigação.

A densitometria óssea, também chamada de DXA, é o principal exame para avaliar a densidade mineral dos ossos e auxiliar no diagnóstico da osteoporose. Em geral, é recomendada para mulheres a partir dos 65 anos ou, antes dessa idade, na pós-menopausa quando existem fatores de risco.

Entre eles estão a menopausa precoce, antes dos 40 anos, ou antecipada, entre os 40 e os 45 anos; baixo peso corporal; tabagismo; uso prolongado de corticoides; e histórico de fratura de quadril em pai ou mãe.

Também merecem atenção as fraturas por fragilidade óssea, que ocorrem após impactos leves, como uma queda da própria altura. Fraturas decorrentes de acidentes ou traumas de grande intensidade têm outra interpretação clínica e não devem ser consideradas equivalentes.

Os exames de sangue complementam a avaliação. Eles não diagnosticam a osteoporose por si só, mas ajudam a identificar alterações metabólicas e outras condições que podem contribuir para a perda óssea.

Conforme a indicação médica, a investigação pode incluir dosagens de cálcio, fósforo, vitamina D — medida pela 25-hidroxivitamina D — e paratormônio (PTH). Outros exames, como creatinina, fosfatase alcalina, TSH e cálcio na urina de 24 horas, podem ser solicitados de acordo com o histórico e os resultados iniciais.

Há ainda marcadores de remodelação óssea, como CTX e P1NP, que ajudam a avaliar o ritmo de reabsorção e formação do tecido ósseo. Eles são utilizados principalmente para acompanhar a resposta ao tratamento em situações específicas.
O exame de sangue não faz o diagnóstico de osteoporose, que depende da densitometria, mas mostra se há uma causa por trás da perda óssea, como alteração de paratireoide ou de tireoide e deficiência de vitamina D, diz Dra. Flávia Pieroni.

Prevenção começa antes das fraturas

Embora a menopausa seja uma fase de maior atenção à saúde dos ossos, a prevenção deve fazer parte do cuidado feminino ao longo da vida. Manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos regularmente, evitar o tabagismo e investigar fatores de risco são medidas que ajudam a preservar a massa óssea.

Para mulheres que estão na transição para a menopausa ou já passaram pela última menstruação, o acompanhamento individualizado permite definir quais cuidados e exames são necessários em cada fase.

“Quem tem fatores de risco deve conversar com o ginecologista ou com o médico de referência sobre o momento de fazer os exames e de montar um plano de prevenção”, orienta a endocrinologista.

Erros comuns no cuidado dos cabelos

Descuidos simples na rotina podem comprometer saúde e brilho

O hairstylist Márcio Borges, especialista em mega hair e coloração, alerta para pequenos descuidos que muitas pessoas cometem ao cuidar dos cabelos em casa. Segundo ele, hábitos simples, como usar produtos inadequados ou desembaraçar os fios de forma errada, podem causar ressecamento, quebra e desbotamento da cor.



“Um dos equívocos mais frequentes é utilizar produtos inadequados para o tipo de cabelo. Shampoos ou condicionadores errados podem ressecar, deixar o cabelo pesado ou até acelerar o desbotamento da cor” , explica o hairstylist para o iG Delas.

Outro ponto crítico é o uso de ferramentas de calor sem proteção.

"Chapinhas e secadores são ótimos aliados, mas sem o protetor térmico correto podem queimar o fio e causar quebra. Vejo muitos clientes chegarem ao salão com os cabelos enfraquecidos justamente por negligenciar esse cuidado simples”, alerta.

A maneira de desembaraçar os fios também faz diferença. Márcio orienta que o penteado deve ser feito de baixo para cima, começando pelas pontas com delicadeza, e só depois subindo até a raiz, evitando quebras desnecessárias.

Quem investe em coloração ou mega hair precisa redobrar a atenção.

“Tinturas e extensões exigem manutenção específica. Não adianta gastar no salão e depois aplicar qualquer produto em casa. É essencial usar linhas profissionais que preservem a cor, o brilho e a saúde dos fios” , recomenda.

Como tratar cabelo loiro esverdeado

A mudança aparece após contatos repetidos com água tratada, especialmente de piscina, e não é causada pelo cloro, mas pelo acúmulo de metais.

Com a chegada do calor, a rotina de sol e piscina traz um efeito colateral conhecido por quem tem cabelos claros: o reflexo esverdeado nos fios.



O fenômeno, comum durante o verão, costuma aparecer após banhos frequentes em piscinas e não está ligado ao cloro, como muita gente imagina.

De acordo com Vanessa Cardozo, gerente educacional da Donatti Cosméticos, a mudança de cor tem outra origem.

“A cor amarela residual do cabelo loiro misturada com a cor azul/ciano do depósito de cobre resulta visualmente na cor verde, tornando o esverdeado muito mais perceptível do que em cabelos escuros, onde o verde se mistura com a cor natural sem grande alteração visual”, explica.

O cobre está presente na água tratada e tende a se depositar com mais facilidade nos fios claros, especialmente durante o verão. Isso acontece porque a manutenção das piscinas é intensificada e o sol contribui para deixar o cabelo mais vulnerável.

“Além disso, o calor e o sol contribuem para os fios ficarem mais porosos e, portanto, o cabelo se torna mais vulnerável. Os metais também têm a fixação facilitada nos fios pelo sol, mar e suor”, afirma Vanessa.

Cabelos loiros, principalmente os descoloridos, sofrem mais com o problema. A abertura das cutículas durante processos químicos facilita a absorção de resíduos presentes na água.

“O processo de descoloração abre as cutículas do cabelo, tornando-o mais poroso. Com isso, o cabelo absorve com mais facilidade as substâncias presentes na água do chuveiro ou da piscina, como o cobre”, complementa a especialista.

Para evitar o esverdeado, algumas medidas simples fazem diferença.

  • Molhar o cabelo com água limpa: quando o fio já está saturado de água, ele absorve menos metais da piscina;

  • Aplicar um leave-in ou óleo natural: cria uma barreira na fibra, diminuindo a fixação do cobre;

  • Usar produtos específicos para proteção solar e térmica: ajudam a selar levemente as cutículas e reduzem a porosidade;

  • Evitar entrar com o cabelo muito ressecado: fios hidratados absorvem menos resíduos da água;

  • Depois de sair da piscina:

  • Enxaguar imediatamente com água corrente para remover o excesso de cloro e metais;

  • Usar shampoo antioxidante ou anti-resíduos leve para evitar acúmulo de metais no fio;

  • Hidratar e nutrir com regularidade para manter o cabelo menos poroso e mais protegido;


Quando o tom verde já aparece, agir rápido é essencial. “Lavar imediatamente com shampoo antioxidante ou antiresíduos para remover os metais depositados na superfície do fio, aplicar um produto removedor de metais, que neutraliza o cobre oxidado responsável pelo tom verde, e usar uma máscara hidratante após o processo é fundamental”, orienta Vanessa.

Segundo a especialista, tratamentos focados na remoção de metais e na recuperação da fibra capilar são os mais eficazes para devolver a cor e a saúde aos fios após a temporada de piscina.

Pisos de taco ou madeira, como mantê-los bonitos e bem conservados

Por serem mais frágeis que outros materiais, o chão de madeira demanda cuidados específicos

O piso de taco ou de madeira é muito comum nas casas brasileiras. No entanto, devido à sua composição, eles são mais vulneráveis a ameaças externas, como umidade e raios solares. Por isso, o chão de madeira, que costuma ser bonito e elegante, pode ficar feio e desgastado. Por isso ele exige atenção especial na sua manutenção.



Como a madeira é muito suscetível a riscos e arranhões, a limpeza deve ser delicada e com os produtos apropriados. Com isso, eles irão ficar bem mais atraentes e brilhosos, além de tornar a sua manutenção bem mais simples. Confira as dicas da arquiteta Karina Korn para manter seu piso de madeira ou taco sempre bonitos e bem conservados.

Quais as principais vantagens do chão de taco?
Além da beleza e do estilo retrô - especialmente dos pisos de taco - os pisos de madeira tem a vantagem de criar um ambiente aconchegante. Eles possuem resistência ao tempo e possuem "conforto térmico", ou seja, proporcionam uma sensação agradável para o morador da casa.

E as desvantagens?
A arquiteta explica que as desvantagens desses materiais - taco e madeira - são os custos e a exigência de maior manutenção em comparação a pisos feitos com outros materiais. “Custo alto e o tempo de aplicação, que pode ser bastante inconveniente caso o proprietário esteja morando no imóvel durante a reforma, por exemplo”, diz.

Esses pisos também são mais difíceis de limpar, pois se deterioram mais facilmente. “Quando o apartamento tem mais circulação e crianças, por exemplo, eu nunca indico esse tipo de piso, sempre vou no porcelanato”, diz.

Qual a melhor forma de limpar a madeira, sem danificá-la?
Karina ensina que a melhor opção para limpar a madeira é utilizando água morna e um pouco de vinagre. Ela ainda diz que isso é suficiente para eliminar manchas e acabar com o aspecto fosco. “Por último, use um pano seco e outro de microfibra ou algodão para dar acabamento e retirar marcas de gota de água que possam ter ficado”, termina.

Para limpar assoalhos de madeira, o processo muda um pouco. “Comece varrendo o chão com uma vassoura de cerdas macias, de pelo sintético para não arranhar o piso. Outra opção é o aspirador de pó ou a vassoura elétrica, também chamada de aspirador vertical”, explica.

É possível, depois do desgaste, deixar a madeira com aparência de nova?
“É possível restaurar com a ajuda de uma empresa especializada. Pode ser com bona, sinteko ou outros similares. O processo é meio chatinho, por isso sempre recomendo que as pessoas falem com empresas que entendam”, explica.

8 dicas para montar o seu closet dos sonhos

Além de bonito, o closet é um espaço altamente funcional; veja como planejar o espaço perfeito

O closet é o sonho de consumo de muitas pessoas. Afinal, a praticidade de ter suas peças de roupa e acessórios reunidos em um único lugar enche os olhos. Neste espaço, é possível organizar seus itens por cor, tipo, tecido, tamanho e frequência de uso. Está pensando em planejar um closet na sua casa? Confira algumas dicas da arquiteta e designer de interiores Caroline Sautchuk para criar um espaço bonito e funcional!



Tenha sua rotina em mente
Primeiramente, você precisa pensar em como é a sua rotina e quais são as suas principais necessidades no que diz respeito ao uso do closet. Caroline chama a atenção para a importância do espaço destinado ao projeto para acomodar tudo que for necessário.

“É essencial definir a quantidade de metros quadrados ideal para o closet e a quantidade de peças que você possui, entre roupas, sapatos e acessórios, assim como uma possível integração com quartos e suítes”, explica.

Iluminação
A iluminação principal deve ser de boa qualidade, além da necessidade de pontos específicos em cada parte do cômodo. A especialista cita diferentes opções, como LED embutido nos armários, por exemplo, entre outras possibilidades que variam conforme as necessidades do ambiente.

“A iluminação precisa distribuir a luz de maneira uniforme e eliminar sombras, uma vez que é preciso enxergar com clareza a cor das peças. Recomendo implantar luminárias difusas, mais suaves e neutras, além de sensores de presença, para que a experiência seja sempre funcional”, aponta ela.

Não se esqueça dos espelhos!
Um closet sem espelho não é um closet completo! Além de permitir que você verifique como está o look, os espelhos têm funcionalidade na decoração, como destaca Caroline: “Além de facilitar o dia a dia, o espelho também aumenta a sensação de amplitude do ambiente”. Quando for montar seu closet, capriche na escolha do espelho!

Use e abuse na decoração
Além de se atentar ao quesito praticidade, para montar o closet dos sonhos é preciso apostar na decoração do espaço. Afinal, nada melhor do que nossas peças de roupa estarem acomodadas em um local aconchegante e que tenha a nossa cara, não é? Caroline Sautchuk destaca que a escolha dos materiais faz toda diferença nesse processo.

“O cabideiro, por exemplo, pode ser revestido em couro, com portas de vidro e ainda incluir gavetas com acabamento em matelassê para comportar sapatos. Todos gostam de ambientes personalizados e exclusivos e você pode trazer esse conceito para o seu closet, com bastante requinte e sofisticação”, aponta.

Não crie nichos desnecessários
Quando for dispôr as peças, uma dica importante da especialista é: quanto mais espaços abertos, melhor. Muitos nichos podem passar a ideia de mais organização, mas fazem com que você se perca no espaço cheio de divisões desnecessárias.

“Evite isso ao máximo e separe as gavetas como itens mais íntimos, como lingeries e calcinhas. Use puxadores firmes e sistema de amortecimento nas portas e gavetas”, acrescenta.

Atenção para as sapateiras
A melhor forma de organizar os sapatos é deixá-los o mais visíveis possível. Para guardá-los, dê preferência a gavetas com menos profundidade, pois pode ser que alguns acabem sumindo lá no fundo e sejam esquecidos.

“Além disso, tente sempre deixar a sapateira separada das roupas, pois, muitas vezes, eles (os sapatos) não estarão totalmente limpos. Assim, não corre o risco de passar a sujeira e odor para outras peças”, afirma.

Aprenda a guardar bolsas e acessórios
Muitas mulheres possuem coleção de bolsas, então projetar um espaço para elas no futuro closet é essencial. Caroline diz que para conservá-las não se deve deixá-las penduradas em cabides. “Ao guardar dessa maneira, você pode acelerar o desgaste das alças e diminuir a vida útil delas. Organize-as em prateleiras. Assim, elas duram mais e você consegue visualizá-las com mais facilidade”, explica.

Essa dica vale para todos os tipos de acessórios, como óculos e relógios. Crie um espaço reservado para eles, como uma gaveta com tampo de vidro, que permita enxergar os itens sem abrir o compartimento.

A especialista acrescenta que “ainda pode ser uma boa revestir essas gavetas com veludo ou outros tecidos mais delicados para não correr o risco de estragar esses objetos”. No caso das joias, é possível até mesmo colocar senha nas gavetas para garantir mais segurança, de acordo com a arquiteta e designer de interiores.

Torne o espaço mais confortável
Um closet perfeito também conta com elementos extras, como móveis para que você possa sentar enquanto calça um sapato ou simplesmente apoiar as roupas que estão sendo escolhidas. Caroline sugere algumas peças que podem úteis e contribuir com a decoração.

“Coloque uma mesa central e pufes. Essa mobília faz com que o cômodo, mais do que um local onde você escolhe seu visual e vai embora rapidamente, seja um ambiente que te traga sensações agradáveis, te faça se sentir em casa”, finaliza.

Preços
O valor médio para fazer um closet planejado varia muito de acordo com seu formato, material e acessórios extras, como os espelhos e a iluminação (fora a decoração posterior). No geral, o preço de um closet planejado feito de madeira sai por R$ 1.500/m², enquanto um closet planejado feito em gesso sai em torno de R$ 400/m².

4 dicas para usar flores na decoração

As flores são grandes aliadas para acrescentar vida aos espaços da casa; veja como incorporá-las aos ambientes e deixar seu lar muito mais bonito

O conceito urban jungle é um dos mais apreciados e requisitados quando o assunto é decoração da casa. A tendência fisgou o coração e os lares dos amantes de plantas e flores e mostrou que é possível fazer dessa paixão um propósito decorativo para criar um lar aconchegante e confortável.



De acordo com Diennis Xavier, designer florista do Studio Magnólia Design Floral, as flores podem ser aliadas para trazer cor e charme ao projeto, além de ressaltar a beleza dos cantinhos preferidos.

Segundo a profissional, outro benefício de estar em contato com as flores é que elas proporcionam calma e reduzem o estresse dos moradores. “Além disso, elas melhoram a qualidade do ar por serem excelentes umidificadores naturais do ambiente", diz.

Em meio a tantas cores, espécies e tamanhos, escolher quais são as ideais para compor a decoração pode ser uma tarefa um pouco complicada. Por isso, a designer florista deu quatro dicas simples para te ajudar a implementar as flores na decoração da casa.

1- Cuide bem das flores
De que adianta ter flores no apartamento se elas não estão bem cuidadas? Para que elas fiquem com a aparência bonita por mais tempo, Diennis diz que é preciso trocar a água a cada dois dias e, se conseguir, cortar as pontinhas das hastes na diagonal. “Mantenha as flores em local arejado, longe da luz direta do sol”, aconselha.

2- Priorize a porta de entrada
Que tal fazer com que os moradores ou as visitas se sintam acolhidas desde a chegada? Aposte em um arranjo no aparador perto da porta de entrada. Segundo Diennis, é uma ótima maneira de dar as boas-vindas. “Para a entrada recomendo um arranjo alto só de folhagens”, indica.

3- Mesas floridas
Para Diennis, mesas de centro e mesas de jantar são ótimos locais para abrigar flores. Na mesa de centro ela recomenda um arranjo em vaso tipo aquário . Na mesa de jantar, ela considera que usar garrafinhas recicladas com até duas hastes de flores em cada caem bem. Para esse cantinho, ela indica as gérberas. “Só observe a altura das flores para não atrapalhar a visão de quem está sentado durante as refeições”, aconselha.

4- Não se esqueça do lavabo
A designer explica que, ao pensar na decoração da casa, muitas pessoas acabam esquecendo que o lavabo merece atenção. Além de deixar o lugar charmoso, as flores contribuem para mantê-lo cheiroso. “Coloque nem que seja uma única haste em um solitário ou em uma garrafinha de leite de coco, por exemplo. Uma orquídea é excelente para esse espaço”.

Como planejar uma cozinha organizada e charmosa

É possível aliar uma cozinha funcional e organizada com estilo único e personalizado; veja dicas

Planejar a arquitetura e decoração de uma cozinha não é fácil. Porém, a partir da composição do espaço até ao estilo dos eletrodomésticos, é possível planejar a cozinha para que ela seja a protagonista da casa. Com um projeto preocupado com os detalhes, pode-se criar ambientes inspiradores e funcionais no dia a dia.



“Um exemplo disso é que todo mundo quer bastante armários mas, dependendo do espaço, isso pode não deixar a estética bacana”, explica a arquiteta Flávia Nobre. Por esse motivo, é muito importante que a cozinha . Nobre e sua sócia, a designer de interiores Roberta Saes, dão a seguir algumas dicas para deixar a sua cozinha com cara de capa de revista, sem perder a praticidade que este espaço precisa ter no cotidiano.

Nobre explica que antes mesmo de começar a pensar no projeto, é preciso ter duas coisas em mente: a funcionalidade do espaço e os equipamentos mais usados pelos moradores. “Quem vai utilizar essa cozinha, com qual frequência e para que fim são perguntas necessárias para estabelecer como o cômodo vai funcionar”.

Com essas respostas em mente, é mais fácil pensar em quais materiais serão implementados no projeto e ajudará na escolha de eletrodomésticos e, se necessário for, dos móveis. “Não adianta propor tudo pequeno, mesmo que a cozinha seja pequena, porque isso depende. É preciso adequar e alinhar a questão a partir da rotina, funcionalidade e os eletrodomésticos para o planejamento ser perfeito”, ressalta.

Circulação na cozinha facilitada
Por se tratar de um cômodo que requer ptraticidade e ser usado por diversas pessoas ao mesmo tempo, é preciso que uma boa circulação seja adotada. Por esse motivo, existem pontos estratégicos que podem ser adotados no planejamento da cozinha .

Um deles, segundo Nobre, é nunca posicionar a geladeira ao lado da pia ou do fogão. “A pessoa precisa dos dois lados da pia: um para escorredor e outro para apoiar alimentos secos. Então é importante garantir a circulação da pessoa que está cozinhando e da pessoa que está lavando a louça”, diz.

No caso das cozinhas que são projetadas com ilha , a arquiteta ressalta a importância de não colocar cuba, por exemplo, de costas para a bancada do cooktop. “Se duas pessoas estiverem trabalhando, uma vai ficar esbarrando na outra. Além disso, é importante respeitar ao menos 90 cm de passagem”, afirma.

Como dica, Nobre afirma que é preciso pensar a circulação perfeita em um triângulo, em que uma ponta está a cuba, na outra a geladeira e, por fim, o fogão ou cooktop.

Escolha os materiais e revestimentos corretos
Saes reforça que, por ser um cômodo funcional, a cozinha precisa ser de fácil manutenção. Por esse motivo, ela indica que sejam usados revestimentos adequados. “É melhor optar pelos mais simples, que não são tão porosos e, por isso, não retém gordura. Também são acabamentos mais práticos para a cozinha os revestimentos mais lisos, acetinados, com acabamento polido”, explica a designer.

Nobre afirma que, em alguns casos, nem tudo que o morador quer fazer é viável. “Por exemplo, se o morador quiser uma pedra branca, temos que avaliar a rotina e os cuidados dele com as refeições, se essa pessoa será cuidadosa com o estilo do produto e se saberá fazer a manutenção correta”, diz.

As melhores cores para a cozinha
Saes afirma que, como em outros cômodos, o uso de cores na decoração da cozinha vai de acordo com o que os moradores preferem. No entanto, devido aos eletrônicos e aos armários, é muito importante planejar a harmonização das cores no espaço para que o ambiente não fique poluído ou com uma sensação fechada demais.

“Se o morador busca por algo mais alegre, pode deixar uma parede em destaque e pintá-la da cor desejada”, indica Saes. No entanto, ela explica que, além de dar tom despojado ao espaço, pode simbolizar acolhimento. “Uma cozinha toda branca com revestimentos em tons quentes deixa o ambiente bem mais acolhedor”, afirma.

Menos é mais
A poluição visual é um dos erros mais comuns em cozinhas, já que, sem planejamento, a decoração fica com muitas informações e também contribuem com o problema. Para Nobre, é importante partir do princípio de que menos é mais, ainda mais quando o ambiente for pequeno.

De acordo com a arquiteta, é interessante evitar o uso de muitas prateleiras, porta tábua ou até mesmo de acessórios de parede. “Vai dar aquela impressão pesada, fica parecendo que tem muito mais coisa do que realmente tem e, consequentemente, o tamanho da cozinha diminui”, explica.

Para auxiliar na composição de um ambiente mais clean, a arquiteta sugere o uso de uma coifa embutida em armário. “Visualmente, teremos um armário contínuo, sem interrupção. Isso instiga a sensação de amplitude”, diz.
Nesta cozinha, o branco e o creme se mesclam para uma composição sofisticada; a ilha recebe um balcão em sua lateral que funciona como mesa. Foto: Henrique Ribeiro/Meet Arquitetura
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Funcionalidade e organização da cozinha garantida
Nobre diz que o mercado de arquitetura e decoração vem se reinventando para tornar o dia a dia dos moradores mais prático e organizado. Entre as sugestões para a cozinha, ela cita a calha úmida, capaz de substituir o escorredor de louças. “Você tem uma estética bonita, que não ocupa a pia e que, ao lavar e colocar a louça para escorrer, faz com que a água vá direto para o encanamento”, explica.

Até mesmo o espaço ocupado pela torneira pode ser salvo ao usar torneiras que têm filtro acoplado. Nobre destaca que, além de ser bonita, é capaz de regular a temperatura da água. “A água sai ionizada e tem poder altíssimo de matar microorganismos e bactérias”, diz.

Nobre afirma ainda que o lixo em cima da pia também precisa ser banido porque, além de anti higiênico, prejudicaa decoração. Assim, ela sugere o uso de um triturador. Caso essa não seja uma opção, devido a parte elétrica e hidráulica, pode-se criar um lixo embutido na pedra por meio de um recorte. “Isso deixa o espaço mais clean e moderno”, diz.

Colocar gavetas com utensílios usados para cozinhar perto do fogão ou cooktop torna mais fácil a vida de quem pilota o fogão. Caso você precise de alguma coisa, basta estender o braço. Além disso, armários mais profundos e estreitos funcionam bem para guardar mantimentos.

O uso da torre quente, o armário na vertical com espaços no meio, também é muito requisitado por quem quer organizar eletrodomésticos como forno e microondas. “Com o uso da torre, temos o restante da bancada sem interrupção e melhora a organização. É funcional, bonito e se usa muito”, afirma a arquiteta.

Decoração na medida certa
Tente concentrar a decoração nas superfícies, mas de maneira dosada para não poluir a cozinha. Nobre e Saes incentivam o uso de livros de receitas para decorar prateleiras e superfícies. “É legal porque eles são bonitos e não estão lá só pela decoração”, afirma Nobre.

Saes afirma que moradores que gostam de plantinhas podem aproveitar o espaço para cultivar seus próprios temperos com vasinhos ou até mesmo jardins verticais . “Além de serem lindas, as plantas deixam um cheiro super gostoso e trazem vida para o espaço”, afirma Saes.

Para quebrar a sobriedade dos ambientes, é possível ainda caprichar nas fruteiras, em especial as de madeira. A designer complementa ainda que os próprios eletrodomésticos e louças ainda podem protagonizar a decoração da cozinha. “Tem batedeiras coloridas que amamos deixar em exposição. Tudo bem prático para a cozinha ficar com cara de capa de revista e super funcional”, afirma.

Promessas milagrosas para queda de cabelo podem trazer riscos

Cresce o consumo de fórmulas vendidas como solução rápida, enquanto especialistas alertam sobre automedicação, falsificações e uso inadequado

A busca por soluções rápidas contra a queda de cabelo tem levado cada vez mais pessoas a recorrerem a suplementos, gomas vitamínicas e fórmulas vendidas na internet. No entanto, especialistas fazem um alerta importante: tentar resolver o problema sem avaliação adequada pode atrasar o diagnóstico correto e até agravar o quadro capilar.



Segundo o tricologista Dr. João Gabriel, fundador da Anagrow, um dos erros mais comuns é acreditar que toda queda capilar possui a mesma causa. De acordo com o especialista, o problema pode estar relacionado a fatores nutricionais, hormonais, genéticos, inflamatórios e até emocionais.

O cabelo não cai por um motivo único. Existe queda por deficiência nutricional, estresse, inflamação, alterações hormonais e genética. Quando a pessoa tenta resolver tudo com o mesmo produto, ela apenas atrasa o diagnóstico e pode piorar o quadro,diz Dr. João Gabriel


Entre os comportamentos mais observados nos consultórios está o uso indiscriminado de vitaminas e suplementos para crescimento capilar. Apesar de serem frequentemente associados ao fortalecimento dos fios, o especialista ressalta que a suplementação deve ser indicada somente após avaliação profissional e confirmação de deficiência nutricional.

Outro ponto que preocupa os profissionais é a crença de que produtos naturais são sempre seguros. Com a popularização das vendas online, aumentou a oferta de itens que prometem resultados rápidos, mas que nem sempre apresentam informações claras sobre composição e procedência.

“Suplemento não é cosmético. Ele mexe com metabolismo. O uso indiscriminado pode causar efeitos colaterais, interações e até mascarar o problema real, principalmente quando o cabelo está sinalizando algo sistêmico, como inflamação ou desequilíbrio hormonal”, explica.

MERCADO
O crescimento desse mercado também tem favorecido a circulação de produtos falsificados. De acordo com o tricologista, além de não entregarem os resultados prometidos, esses itens podem representar riscos à saúde por conterem substâncias desconhecidas ou concentrações diferentes das informadas.

A falsificação não é apenas uma fraude comercial: é um risco de saúde. A pessoa compra achando que está cuidando do cabelo, mas pode estar ingerindo ou aplicando algo sem qualquer controle de qualidade, diz Dr. João Gabriel


A preocupação se estende ainda ao uso de medicamentos por conta própria, muitas vezes motivado por recomendações informais nas redes sociais ou por relatos de terceiros.

Para o especialista, cada caso exige investigação individual, já que diferentes tipos de queda demandam abordagens específicas.

“Existe uma diferença enorme entre tratar queda e ‘tomar alguma coisa para o cabelo’. O que faz sentido para um paciente pode ser desnecessário ou inadequado para outro. Por isso, o caminho seguro é diagnóstico, exame e plano individual”, diz.

Diante da crescente oferta de soluções consideradas milagrosas, a orientação dos especialistas é buscar avaliação profissional antes de iniciar qualquer tratamento. A identificação correta da causa continua sendo o passo mais importante para recuperar a saúde dos fios de forma segura e eficaz.

“Cabelo saudável é consequência. Quando a base está errada, seja por produto inadequado, automedicação ou falsificação, o resultado vem em forma de frustração, desperdício e, muitas vezes, piora do quadro”, conclui.

Entenda o que muda na primavera com seus Pets

Mudanças no ambiente favorecem contato com pólen e parasitas; veterinária explica sinais de alerta e cuidados com pele e pelagem

A chegada da primavera pode trazer mais do que dias quentes e flores para os cães. Para animais com maior sensibilidade, a mudança nas condições do ambiente pode intensificar problemas de pele, principalmente quando há contato frequente com pólen, gramíneas e outros possíveis agentes irritantes.



Coceira intensa, lambedura das patas, vermelhidão, otites recorrentes e falhas na pelagem estão entre os sinais que merecem atenção. Em alguns casos, o ato de se coçar constantemente pode provocar feridas e favorecer infecções secundárias.

Segundo a veterinária Mayara Andrade, de Biofresh, da MBRF Pet, o período pode ser mais complicado para animais predispostos a alergias.

"A primavera reúne fatores que podem agravar as manifestações alérgicas e cutâneas em animais sensíveis ou predispostos. Nessa época, é comum haver mais pólen no ambiente e uma maior dispersão dessas partículas no ar, o que aumenta o contato dos cães com esses possíveis alérgenos. Dependendo das condições ambientais e da região, outros fatores, como a presença de ectoparasitas, também podem contribuir para o agravamento dos sinais", explica.

Coceira pode ter diferentes causas
Entre as condições que podem piorar está a dermatite atópica canina, associada à predisposição do animal e a fatores ambientais. Pólen, ácaros da poeira e fungos estão entre os possíveis desencadeadores.
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Nos cães, porém, a reação ao pólen nem sempre se manifesta da mesma forma que nos seres humanos.

"Nos cães, a alergia ao pólen costuma aparecer principalmente na pele, e não necessariamente como sintomas respiratórios, como é comum nos seres humanos. O pólen pode ficar na pelagem e entrar em contato com a pele, provocando irritação. O animal também pode ingerir essas partículas ao se lamber", afirma Mayara.

Face, orelhas, patas, axilas, barriga e a parte interna das patas traseiras estão entre as regiões que podem apresentar alterações. A perda de pelo, nesse contexto, pode ser consequência da própria coceira.

Apesar disso, nem todo cão que se coça está necessariamente enfrentando uma alergia.

"Coceira é um sinal genérico e pode ter diversas causas. Entre elas: ectoparasitas como pulgas, infecções bacterianas secundárias de pele e até reações a determinados alimentos. Por isso, é necessária uma investigação mais a fundo quando um animal apresenta coceira", explica a veterinária.

Com temperaturas mais elevadas e maior umidade, a primavera pode criar condições favoráveis para a presença de pulgas e outros ectoparasitas. As picadas podem provocar irritação e coceira, especialmente em animais sensíveis.

Por isso, o controle desses parasitas deve continuar mesmo quando o tutor não consegue identificá-los visualmente.

"Nos animais, principalmente os mais sensíveis, diferentes fatores podem se somar e aumentar a irritação da pele. Por isso, manter o controle de pulgas e ficar atento às condições do ambiente são medidas importantes", orienta Mayara.

Quando a coceira é frequente ou aparece acompanhada de queda de pelo, vermelhidão, feridas ou otites recorrentes, a recomendação é procurar um médico-veterinário. O diagnóstico leva em conta os sinais, o histórico do animal e a investigação das possíveis causas.

Alimentação
Os cuidados com pele e pelos não se resumem ao controle dos fatores ambientais. A alimentação também fornece nutrientes necessários para a renovação dessas estruturas.

A veterinária destaca a importância de uma dieta adequada, com proteínas de qualidade, vitaminas, minerais e ácidos graxos essenciais, como ômegas 3 e 6.

"Pelos e pele são estruturas que passam por renovação celular constante, e esse processo depende de um fornecimento adequado de nutrientes. Entre os mais importantes estão os ácidos graxos essenciais (como os ômegas 3 e 6), que ajudam a manter a pele hidratada e a pelagem brilhante, além de vitaminas A, E e biotina. Minerais como selênio, zinco e cobre também atuam como antioxidantes e são importantes pois contribuem diretamente para a integridade da pele", afirma a veterinária.

As proteínas também têm papel importante na formação dos pelos.

"Os pelos são compostos por cerca de 95% de proteína. Além disso, alguns aminoácidos como a fenilalanina e tirosina, encontrados nas proteínas, estão correlacionados com a expressão da melanina, estando envolvidos na coloração dos pelos", completa.

A alimentação, entretanto, não substitui a investigação veterinária quando há alterações persistentes.

"Não há um tratamento único e eficaz para todos os casos, já que nem tudo que funciona para um funciona para o outro. O acompanhamento veterinário ajuda a identificar o que está desencadeando ou piorando os sinais e a definir uma estratégia que pode envolver tratamento, cuidados com o ambiente e alimentação adequada", explica Mayara.
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Para a especialista, observar os primeiros sinais ajuda a evitar a evolução do quadro.

"A primavera pode ser um período mais desafiador para cães sensíveis e predispostos a alergias, incluindo as ambientais, mas reconhecer os sinais logo no início ajuda a evitar que o quadro se agrave. O cuidado deve considerar o ambiente, a pele, o controle de parasitas, o tratamento quando necessário e também a alimentação", completa Mayara.

3 dicas para manter os cabelos com luzes sempre saudáveis

Hair Stylist ensina truques para manter a beleza e a saúde dos fios

Mudar o visual costuma ser uma fonte de renovação, principalmente quando se trata de mudança na cor dos fios. Para quem não quer tingir todo o cabelo, é possível fazer luzes: um processo de coloração de alguns fios, mas com o fundo na sua forma original, na maioria das vezes.



Para que a coloração seja feita de forma segura, é necessário que os cabelos estejam hidratados para evitar o ressecamento. “Os fios não podem se repartir ao pentear e não podem estar sem elasticidade. Esse resultado é sinal de que a fibra capilar já está fraca, pois perdeu a umidade”, explica Rodrigo Cintra, hair stylist. Por isso, confira com manter os cabelos saudáveis após o procedimento

1. Invista em filtro solar capilar
Ao fazer luzes, os cuidados com os cabelos devem ser redobrados. O hair stylist Rodrigo Cintra aconselha usar filtro solar capilar e fazer hidratações no salão e em casa. Uma boa dica é usar máscaras de tratamento específicas para cabelos com luzes. Elas ajudam a manter a cor, deixando os fios brilhantes.

2. Aposte em produtos para cabelos com luzes
Às vezes, nos primeiros dias após a coloração , o cabelo fica com um efeito borracha e ressecado. Isso ocorre devido à perda de queratina, proteína e pigmentos. “Mas existe um sistema com um produto que protege os fios durante o processo de coloração e clareamento, tratando-os e recuperando-os de dentro para fora, em todas as suas camadas”, esclarece Rodrigo Cintra. Para prevenir o famoso ‘efeito borracha’, use produtos específicos para cabelos com luzes.
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3. Use shampoo matizante
Use shampoo ou condicionador matizante uma ou duas vezes por semana para retirar o amarelado dos fios. Contudo, “não abuse do produto , pois ele pode alterar a cor dos cabelos”, orienta Rodrigo Cintra. Ele ressalta a importância de “investir em protetor solar para minimizar os efeitos do sol, que desbota a cor”, finaliza.

Saiba como limpar o micro-ondas corretamente

Veja como limpar todas as partes do eletrodoméstico e receitas caseiras

Quando criança, ser adulto significava poder fazer coisas divertidas, como ficar acordado até tarde, dirigir um carro e morar sozinho – quando você cresce, morar sozinho passa a ser o “sonho” mais problemático. E é nesse momento que você abre o micro-ondas, e encontra uma bagunça, manchas para todo lado.



E além de tudo, adivinha: tudo começa a cheirar mal. Nessas horas a gente gostaria de estar relaxando na casa dos pais, não é? Ou quem sabe, saber como limpar o micro-ondas .

Entenda: você precisa limpá-lo cada vez que você o utilizar. Se não, tudo que cair lá dentro continuará a “cozinhar” toda vez que você usar o aparelho, dificultando ainda mais a remoção, diz Leslie Reichert, treinadora de limpeza verde e autora de The Joy of Green Cleaning.

“Além disso, os germes adoram lugares quentes e úmidos. Portanto, se você deixar o micro-ondas fechado com umidade e comida, estará criando um terreno fértil para bactérias”.

As probabilidades de seu plano original de reaquecer as sobras para o jantar estarem acabados agora, são altas. Mas nem sempre deve ser sempre assim – é claro, se você souber gerenciar adequadamente seu micro-ondas. Aqui está tudo o que você precisa saber sobre como limpar o micro-ondas e quando fazê-lo:

Como limpar o micro-ondas: parte interior
Toda essa comida acumulada pode ser suficiente para fazer você querer jogar seu micro-ondas pela janela e começar tudo de novo. Em vez disso, é melhor você pegar uma esponja velha (e limpa!).

Para uma “ limpeza completa ”, coloque na esponja um preparado de água e sabão (1/2 colher de chá de detergente para duas xícaras de água). Limpe todo o interior do microondas, certificando-se de que todas as áreas estejam ensopadas e com sabão, diz Melissa Maker, especialista em limpeza do Clean My Space, serviço de limpeza do Canadá.

“Deixe descansar por cinco minutos e polvilhe uma pitada de bicarbonato de sódio como uma abrasão adicional sobre todas as áreas que você notar manchas ou sujeiras mais difíceis”, aconselha ela.

Enquanto o micro-ondas está encharcado, Maker recomenda usar esse momento de pausa para lidar com o prato sujo (sabe aquele prato giratório que você coloca a comida?) do micro-ondas. É só usar os mesmos materiais e métodos que você fez para limpar todo o resto do aparelho.

Com uma esponja molhada com a misturinha anterior e posicionada com o lado áspero (o lado verde) para baixo, use um “padrão S” para limpar de cima para baixo, da esquerda para a direita cada lado do microondas, incluindo a parte superior e a base. Em seguida, faça uma limpeza final com um pano de microfibra, que capta sujeira, detritos e umidade melhor do que outros tipos de pano, de acordo com Maker.

Como limpar o micro-ondas usando ingredientes naturais
Coloque uma mistura de 1 xícara de vinagre branco destilado ou 1 xícara de água quente com 2 colheres de sopa de suco de limão no microondas e aqueça até que comece a ferver, diz Reichert.

Após um minuto fervendo, pressione Parar, mas não abra as portas. Em vez disso, deixe a solução repousar de três a cinco minutos, para que o vapor e o líquido possam ajudar a soltar até o mais duro dos resíduos. “É essencialmente dar ao seu micro-ondas um tratamento facial”, brinca Maker.

Remova cuidadosamente o copo e limpe o interior com um pano ou esponja úmida de microfibra.

Como limpar o micro-ondas: Portas e a parte exterior
Limpe a parte externa com um pano de microfibra umidificado com qualquer tipo de limpador, pode até ser com a mistura que citamos anteriormente.

Deixe descansar por alguns minutos para realmente limpar toda a sujeira antes de secar. Você ficou diante de uma área particularmente gordurosa e e difícil de limpar? Esfregue com a parte “carnuda” de um limão. Graças à sua acidez intensa, o limão pode quebrar a gordura e, como um bônus adicional, neutralizar odores ruins, Maker explica.

Se você não precisar esfregar demais (leia-se: o micro-ondas está razoavelmente limpo), Reichert diz que um pano de microfibra lavado com “água muito quente” deve ser suficiente para remover qualquer sujeira que possa estar escondida.

Então, como você pode evitar o excesso de sujeira no microondas?
Para reduzir sua rotina de limpeza da próxima vez, Maker recomenda limpar o aparelho pelo menos uma vez por semana e imediatamente após algo respingar. Não importa o quanto você esteja com fome ao ouvir o micro-ondas tocando. Espere um segundo e cheque, para garantir que o micro-ondas esteja sem respingos.

Caso contrário, limpá-lo rapidamente (mesmo com apenas uma toalha) pode fazer toda a diferença no futuro. O que também pode ajudar é cobrir os alimentos com papel toalha ou tampar ele de alguma forma, para evitar que borbulhem.

Como organizar o guarda-roupa em apenas 4 passos

Estes truques vão fazer toda a diferença para manter as peças organizadas por mais tempo

Conseguir organizar o guarda-roupa é um desafio para muita gente, mas a verdade é que a tarefa não é difícil. Com técnica e alguns truques é possível manter as peças em ordem e aproveitar o espaço da melhor forma. Assim, fica até mais fácil encontrar o que deseja, além de evitar aquela bagunça na hora de escolher a roupa do dia.



Se você quer aproveitar os dias em casa para colocar a organização em dia, listamos algumas dicas que vão fazer toda a diferença. Veja abaixo como organizar o guarda-roupa em apenas quatro passos:

1. Analise o que você tem e separe em categorias
O primeiro passo para começar a organizar o guarda-roupa é fazer uma boa avaliação de tudo o que você tem. Para isso, tire todas as peças de dentro do armário e separe em categorias: roupas íntimas, camisetas, vestidos… Assim fica mais fácil avaliar onde acomodar cada tipo de roupa. Além disso, essa é uma boa oportunidade para ver quais itens precisam de reparos e quais podem ser destinados para a doação.

2. Otimize as gavetas e prateleiras
A segunda dica é otimizar o espaço que você tem no armário. Entenda quantas gavetas e prateleiras você tem disponível para organizar tudo. Geralmente, os itens acomodados na gaveta são: roupas íntimas, camisetas de manga curta e longa, pijamas, roupas de ginástica e de praia. Já nas prateleiras, você pode colocar malhas, casacos de lã e linha e peças de moletom.

Vale lembrar que essa é apenas uma sugestão. É importante entender o espaço que você tem e adaptar. Se você tiver mais prateleiras, por exemplo, priorize peças pequenas para as gavetas.

3. Pendure apenas o que amassa
Nem sempre o espaço disponível para pendurar as roupas é muito espaço. Por isso, a dica é priorizar o que amassa com mais facilidade e que não pode ficar com as dobras marcadas, como camisetas. Um truque é padronizar os cabides e utilizar aqueles mais fininhos, isso vai otimizar o espaço.

4. Reserve um espaço para roupas pouco usadas
Geralmente, casacos pesados e blusas de lã são usadas por poucos semanas durante o ano, não é mesmo? Leve isso em conta na hora de organizar o guarda-roupa. Durante o verão, você pode deixar essas peças em lugares de acesso mais difícil, como o maleiro ou uma prateleira mais alta.

Atenção: não utilize saco plástico para guardá-las, eles não permitem que o tecido respire -- o que pode causar manchas. O mais indicado para conservar a roupa é usar sacos de TNT. Outra dica é usar sacos com fechamento hermético, assim tira-se o ar e diminui o volume da roupa. Além de ganhar espaço, a peça fica protegida.

Dica extra: use acessórios para ajudar na organização
Existem uma série de acessórios disponíveis no mercado que ajudam na organização do guarda-roupa. Você pode comprar divisórias e colmeias organizadoras para manter as peças pequenas em ordem e evitar que fiquem soltar na gaveta. Assim, fica mais fácil na hora de pegar e guardar. Vale também comprar pequenas cestinhas e formar nichos dentro da gaveta.

Queda de cabelo após canetas emagrecedoras preocupa mulheres

Estudo com pacientes encontrou diferença na incidência do efeito entre tirzepatida e semaglutida; especialista explica ligação com emagrecimento

A perda de cabelo pode se tornar uma preocupação para mulheres que passam por um processo de emagrecimento acelerado.



O problema costuma aparecer alguns meses depois da redução de peso e pode estar relacionado às mudanças nutricionais provocadas pela menor ingestão de alimentos.

Um estudo ainda não publicado em revista científica analisou dados de cerca de 30 milhões de pacientes e comparou a ocorrência de queda de cabelo entre novos usuários de tirzepatida e semaglutida.

Ao longo de 12 meses, o quadro foi registrado em 4,20% das pessoas que utilizaram tirzepatida e em 2,88% entre aquelas que receberam semaglutida.

A diferença também apareceu entre pacientes que apresentaram perdas de peso semelhantes. O resultado, segundo os pesquisadores, levanta a possibilidade de que outros fatores além da redução de peso possam estar envolvidos.

Como a pesquisa ainda não passou por publicação científica, os dados não estabelecem uma relação de causa e efeito entre as substâncias e a queda dos fios.

Por que o cabelo pode cair durante o emagrecimento?
Uma das explicações para o fenômeno é o eflúvio telógeno, condição em que uma quantidade maior de fios entra simultaneamente na fase de queda. A alteração pode surgir após situações de estresse para o organismo, como mudanças alimentares importantes e perda rápida de peso.

Para o tricologista João Gabriel Fernandes, fundador da Anagrow, a redução brusca na oferta de nutrientes pode afetar diretamente o ciclo capilar.

"O cabelo é metabolicamente caro. Quando o corpo percebe déficit de energia, proteína, ferro, zinco ou vitaminas do complexo B, ele simplesmente tira o folículo da tomada. A queda que a paciente vê no terceiro mês é o reflexo da restrição que começou no primeiro", explica.

O especialista destaca que o problema não está necessariamente no emagrecimento, mas na maneira como o processo acontece. Como as medicações podem reduzir bastante o apetite, algumas pessoas passam a consumir menos proteínas e micronutrientes sem perceber.
A paciente está comendo um terço do que comia, e dentro desse um terço, a proteína e o ferro despencaram. O emagrecimento pode e deve acontecer, mas com acompanhamento nutricional e monitoramento de exames. Queda capilar durante o processo é um sinal de alerta do corpo, não um pedágio inevitável,diz João Gabriel Fernandes

Queda costuma ser temporária
Apesar de assustar pela quantidade de fios perdidos, o eflúvio telógeno geralmente não significa que o folículo tenha sido destruído. Quando as causas são identificadas e corrigidas, o ciclo de crescimento tende a se recuperar gradualmente.

"O eflúvio telógeno assusta porque o volume de queda é grande, mas o folículo está vivo. O que ele precisa é voltar a receber matéria-prima. Cabelo é consequência: quando o corpo volta ao equilíbrio, o fio volta a crescer", conclui João Gabriel.

A avaliação médica é importante diante de uma queda intensa ou persistente, principalmente para investigar possíveis deficiências nutricionais e outras causas de alteração no ciclo dos fios.

Conheça as plantas que ajudam na proteção do lar

Além de dar aquele toque charmoso e aconchegante à decoração, as plantas ajudam a proteger e atrair boas energias

As plantas têm um grande papel em casa! Além de ficarem lindas para usar na decoração do lar, alguns tipos como Espada e Lança-de-São-Jorge, Pimenteira, Alecrim, Lírio da Paz e Jasmin servem também para garantir a proteção espiritual do ambiente.



Para saber mais sobre como embelezar e atrair boas energias para sua casa, Edênia Carvalho, proprietária da Baazar Decor, explica a seguir como utilizar as plantas em casa.

Se é proteção que você procura, as Espadas e Lanças são perfeitas. Elas são muito usadas para cortar, evitar energias negativas , atrair prosperidade e deixar o ambiente mais harmonioso. Têm fácil cuidado e colaboram na purificação do ar.

Por terem tamanhos e tipos variados, elas se adaptam bem a qualquer ambiente e são muito resistentes a locais fechados e com ar-condicionado. “Essas plantas podem ficar em áreas externas, como varanda, quintal, mas também se adaptam as internas em sala, escritórios, entre outros”, diz.

A pimenta é uma das plantas mais conhecidas como aliada na proteção espiritual. Ela é ótima para afastar a negatividade e tirar o mau-olhado. A dica para cuidar da planta é se atentar quando ela secar, pois elas não devem ficar em casa depois de mortas.

Outra planta interessante para ter em casa é o Lírio da Paz. Além da beleza, ele suga as energias negativas, purificando os ambientes em que se encontra, atraindo tranquilidade e harmonia. “Recomendo a utilização do lírio em ambientes como cantos da casa e até mesmo nos banheiros. Ela traz uma ótima energia para os ambientes”, diz.

O Jasmin, que também se destaca pela beleza e perfume, ajuda a atrair energia positiva e calma para os ambientes. É uma ótima indicação para quem busca fortalecer os relacionamentos.

Aposte em plantas coloridas!
Se você busca por fácil cultivo e alegria no ambiente, Edênia indica a Begônia, que está muito em alta e tem um preço bem acessível. Elas vão bem em ambientes com sombra e têm uma variedade de cores.

Além disso, aposte no uso do alecrim fora da cozinha. A planta é ideal para quem busca por coragem, fidelidade e confiança. Ele afasta energias negativas, atrai felicidade, harmonia e alivia o estresse. A profissional também indica o uso da arruda para proteção do lar, já ela afasta os maus pensamentos, inveja e pessimismo.

“O alecrim é muito utilizado na decoração de cozinhas e em áreas externas. A arruda é uma planta que não pode ficar em locais de sombra o tempo todo. Ela precisa da luz do sol, mas, quando utilizada em áreas internas, deve estar próxima a locais iluminados, como portas e janelas.”, completa Edênia.

Segundo Edênia, você ainda pode investir em plantas como o Pacová, que circula a energia do ambiente e a Zamioculca, recomendada para espaços comerciais. “Tem também o Guiné e a Comigo-ninguém-pode, plantas tradicionais, encontradas no famoso vasinho de 7 ervas, composto por: Manjericão, Alecrim, Espada-de-São-Jorge, Arruda, Guiné, Pimenta e Comigo-ninguém-pode”, recomenda.

Óleos essenciais viram aliados nos cuidados com os cabelos

Ativos de plantas são incorporados a rotinas personalizadas para diferentes necessidades da região e também proporcionam experiências sensoriais Cuidar dos cabelos deixou de significar apenas escolher um bom shampoo ou máscara. Assim como ocorreu com a pele, o couro cabeludo passou a receber mais atenção nas rotinas de autocuidado, abrindo espaço para ingredientes de origem vegetal, entre eles os óleos essenciais. Alecrim, lavanda, menta e melaleuca estão entre os ativos utilizados em produtos e protocolos voltados aos cuidados capilares. A escolha, porém, depende das características de cada pessoa e da finalidade do tratamento.
Os óleos essenciais são extratos vegetais concentrados, obtidos a partir de plantas, flores, folhas, raízes ou cascas. Diferente dos óleos vegetais, eles são compostos por moléculas bioativas que exercem ações terapêuticas específicas,diz Vanessa Cardozo
Cada óleo apresenta propriedades próprias. A melaleuca, por exemplo, é conhecida por suas ações antifúngica e antibacteriana. O alecrim é associado ao estímulo da circulação sanguínea, enquanto a lavanda é utilizada por seu efeito calmante. O cedro aparece em protocolos destinados aos cuidados com os fios, e a menta proporciona sensação de frescor na região. Segundo Vanessa, a combinação dessas características faz com que os óleos essenciais sejam utilizados não apenas como componentes de formulações, mas também como parte da experiência durante os cuidados. “Os óleos essenciais conseguem atuar em diferentes dimensões ao mesmo tempo. Eles tratam o couro cabeludo, favorecem o equilíbrio fisiológico da região e ainda proporcionam uma experiência sensorial que transforma o momento do cuidado”, afirma. Aroma também faz parte da experiência O uso desses ativos também está relacionado à experiência proporcionada durante os procedimentos. O aroma liberado pelos óleos pode contribuir para tornar o momento de cuidado mais agradável e estimular sensações diferentes, dependendo da substância utilizada.
A inalação desses compostos durante o tratamento estimula áreas do cérebro ligadas às emoções. Dependendo do óleo utilizado, é possível promover relaxamento, sensação de equilíbrio ou maior estado de alerta. O cuidado deixa de ser apenas físico e passa a envolver também o aspecto emocional,diz Vanessa Cardozo
A proposta acompanha uma mudança no comportamento de quem busca tratamentos capilares. Em vez de olhar apenas para a aparência dos fios, a atenção se volta também às condições do couro cabeludo e à experiência proporcionada pelos cuidados. Uso exige orientação Apesar da popularização dos óleos essenciais, a concentração desses produtos exige cuidado na aplicação. O uso inadequado pode provocar irritações ou outros problemas na pele. “Os óleos essenciais são altamente concentrados e não devem ser aplicados puros diretamente no couro cabeludo”, orienta a especialista. A forma de utilização, portanto, deve considerar a concentração do produto, a formulação e as características de cada couro cabeludo. A aplicação sem orientação não é recomendada, especialmente em pessoas com sensibilidade ou histórico de reações cutâneas. Tratamentos cada vez mais personalizados Outra tendência observada nos cuidados capilares é a personalização dos protocolos. Em vez de seguir uma mesma rotina para todos, profissionais passam a considerar fatores como as condições do couro cabeludo, procedimentos químicos já realizados e objetivos individuais. Nesse contexto, os óleos essenciais podem ser incorporados de acordo com a necessidade identificada, fazendo parte de uma abordagem mais específica para cada pessoa. A mudança também acompanha uma visão mais ampla dos cuidados com os cabelos, que combina saúde do couro cabeludo, aparência dos fios e bem-estar durante o tratamento.